Mostrando postagens com marcador Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vida. Mostrar todas as postagens

domingo, 5 de abril de 2015

0 Dicas para baixar o nível de triglicérides do sangue

Começar a praticar exercícios e parar de fumar já é um bom começo


Quando se recebe o diagnóstico de COLESTEROL ALTO, vira alvo de grande preocupação para muitas pessoas. Já quando acontece a eventualidade de que por um acaso se descobre ter o nível de triglicérides - ou triglicerídeos - alto no sangue, nem sempre é levado em consideração. Levando em consideração de que serem menos agressivos, os triglicérides costumam ser ignorados por muitos, mas não se deixem enganar, eles também são perigosos e se não controlados podem aumentam os riscos de doenças coronarianas e até de desenvolver diabetes.

O endocrinologista Amélio Godoy Matos, que já foi presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que os triglicerídeos são um tipo de gordura proveniente da ingestão de carboidratos e de gordura. Sendo assim, o mesmo está presente em cerca de 90% da nossa alimentação, enquanto o colesterol pode ser encontrado em apenas 10% dos alimentos ingeridos. Ainda assim, as melhores formas de baixar o nível de triglicérides não se restringem apenas à alimentação. Confira sete dicas que ajudam a controlar a taxa dessa gordura no sangue.


Carboidratos



Os triglicerídeos são originados de duas maneiras: pela ingestão de alimentos ricos em gordura ou pela sintetização de carboidratos no fígado. Dessa forma, uma das primeiras recomendações médicas para baixar o nível de triglicérides é criando uma dieta balanceada e, claro, com baixo teor de carboidratos, aponta o endocrinologista Amélio. Isso inclui massas, frutas e tubérculos, como a batata.

Exercícios


"Excesso de peso é a principal causa de aumento de triglicerídeos no sangue", explica Amélio Godoy. Por isso, aliar uma dieta equilibrada à prática de exercícios físicos, de preferência aeróbicos, é a melhor maneira de combater o alto nível de triglicérides, uma vez que ele aumenta a queima de gordura corporal.

Verduras e legumes


Verduras e legumes também não podem faltar no cardápio. "Alguns deles até apresentam uma porcentagem considerável de carboidratos, mas, ainda assim, serão sempre mais bem-vindos do que alimentos processados, como pães e massas', explica o endocrinologista Amélio.



Álcool


"Bebidas alcoólicas são altamente calóricas, estimulando a produção de triglicerídeos e por isso, devem ser evitadas', aconselha o profissional. Uma latinha de cerveja, por exemplo, tem 147 calorias; uma taça de vinho tinto seco, 107 e uma única dose de uísque, 240 calorias.



Ômega três


Peixes, como salmão e atum, são alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3, uma gordura insaturada, que reduz o nível de triglicérides do sangue. Assim, seu consumo sempre deve ser priorizado quando a outra opção for uma carne vermelha. Lembre-se, apenas, de preparar o peixe de forma que ele fique com baixo teor de gordura, sendo a melhor alternativa grelhá-lo.


Açúcar


Outro alimento que deverá ser controlado são os doces, já que o açúcar é um tipo de carboidrato. No organismo, ele é quebrado e transformado em partículas menores que serão absorvidas. O problema é que essa absorção estimula a produção de triglicerídeos pelo fígado. Além disso, há um depósito dessa gordura no pâncreas que atrapalha o funcionamento das células de insulina, fazendo com que a taxa de glicose no sangue também aumente.

Tabagismo


O tabagismo aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes, sendo um hábito prejudicial que potencializa os prejuízos causados pela alta taxa de triglicerídeos no sangue. Assim como o açúcar, ele causa resistência de insulina devido ao acúmulo de gordura no abdômen.

ATÉ BREVE CAROS LEITORES!


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

0 O novo vírus "Bourbon" recentemente descoberto fez sua 1ª vítima fatal nos Estados Unidos (EUA)

As autoridades sanitárias americanas anunciaram nesta sexta-feira (20/02/2015) a descoberta de um novo vírus, que teria causado a morte de um homem em boas condições de saúde, no estado do Kansas, na primavera (hemisfério norte) de 2014.
O vírus "Bourbon", assim batizado em referência ao nome do condado onde o paciente vivia, faz parte do grupo conhecido como "thogoto vírus" (THOV), informou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).
Esta é a primeira vez que um vírus dessa família causa uma doença com desfecho fatal em um humano nos Estados Unidos, e apenas o oitavo caso conhecido de infecção por um "thogoto vírus" com sintomas em pessoas.
Considerando-se que os vírus desse grupo de agentes virais estão ligados a carrapatos, ou mosquitos, em certas partes da Europa, da Ásia e da África, o vírus "Bourbon" também poderia usar os mesmos vetores.
O homem em questão tinha mais de 50 anos e havia sido mordido várias vezes por carrapatos dias antes de ficar doente, relatou o CDC.
Este é o único caso conhecido. Como os resultados de inúmeros testes deram negativo para um amplo leque de doenças infecciosas, uma amostra do sangue do paciente foi enviada para análises suplementares em um laboratório do CDC.
Os testes iniciais detectaram a presença de um vírus não identificado. Depois de utilizar uma tecnologia molecular avançada de detecção (AMD, na sigla em inglês), os pesquisadores do CDC concluíram que se tratava de um novo vírus.
Os médicos que cuidaram do homem no Kansas encontraram um carrapato cheio de sangue em seu ombro. Alguns dias depois, ele ficou doente, com febre e dor de cabeça, segundo o estudo publicado no periódico "Emerging Infectious Diseases" (Doenças Infecciosas Emergentes) do CDC.

Apesar do tratamento com antibióticos, seu estado se agravou, comprometendo, sobretudo, suas funções renais. O paciente também não conseguia mais respirar sem a ajuda de aparelhos. Ele morreu 11 dias depois do aparecimento dos sintomas.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

0 Será a cura definitiva para a AIDS?


Recentemente um grupo de cientistas conseguiram desenvolver uma molécula que segundo comentários, esta consegue bloquear em macacos a infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana – HIV, que ocasiona a Sindrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA - em inglês: Acquired Immunodeficiency Syndrome - AIDS). De acordo com os pesquisadores, em estudos publicados na quarta-feira (18/02/2015), na revista Nature, essa grande descoberta tem potencial para serem desenvolvidas novas terapias e vacinas.

Os pesquisadores do Instituto de Pesquisa Scripps (Estados Unidos), em parceria com outras instituições, dizem ter identificado uma maneira de impedir que o HIV infecte as células, empregando a substância com uma abordagem semelhante a uma terapia genética.

Normalmente, o HIV invade as células por meio de dois receptores. A nova molécula - uma proteína chamada cD4-IG - bloqueia os pontos onde o vírus "ancora" nos dois receptores celulares, trancando suas portas de entrada. Como a proteína se liga a ambos os receptores, ela bloqueia mais linhagens do HIV que qualquer outro dos poderosos remédios que têm sido apresentados para incapacitar o vírus. 

"A substância é 100% eficaz. É inquestionável que se trata, de longe, do mais amplo inibidor de entrada do vírus disponível", disse Michael Farzan, coordenador responsável pelo estudo. Mas a abordagem foi testada até agora apenas em macacos rhesus.

Os cientistas desenvolveram a nova proteína fundindo elementos dos dois receptores nos quais o HIV se liga. Eles injetaram, nos músculos dos braços de quatro macacos, material genético que codifica a proteína, estimulando assim a produção da nova molécula no próprio corpo dos animais. Os pesquisadores então injetaram nos macacos uma versão híbrida do HIV, administrando até quatro vezes a quantidade de vírus necessária para infectar um indivíduo. As proteínas protegeram os macacos por 40 semanas. 

De acordo com Farzan, os macacos permaneceram sem infecção mesmo depois de receber uma quantidade de vírus 16 vezes maior que a necessária para infectar um grupo de controle, em experimento realizados depois que o estudo foi finalizado.

EM HUMANOS


De acordo com o cientista, a equipe tem a expectativa de que ensaios clínicos com humanos possam ter início dentro de um ano, depois de mais testes em animais, que já estão em curso. O primeiro passo, segundo Farzan, será fazer uma avaliação da capacidade da molécula para manter baixos os níveis virais em indivíduos soropositivos.

"Nosso objetivo agora é mostrar que a abordagem pode funcionar como terapia", disse ele. O passo seguinte seria testar a eficácia da substância como vacina, em indivíduos que ainda não têm o vírus.

O novo estudo se baseia em uma pesquisa realizada em 2009, que propôs o uso da transferência genética como alternativa a uma vacina convencional para o HIV. 

De acordo com o cientista, com a abordagem de terapia genética, a molécula funciona melhor que as vacinas com base em anticorpos. "Nós desenvolvemos uma mimetização direta desses receptores, sem fornecer ao vírus muitas rotas para que ele possa escapar", concluiu Farzan.


Daí fica os nossos questionamentos: Será que realmente conseguiremos (desta vez) deter esse vírus tão violento? Quais os efeitos colaterais (se houver) de implantar essa molécula sintética no organismo humano? A cura será definitiva? E para quem será direcionado essa vacina/soro? São questionamentos que serão respondidos em um futuro não tão distante.


Este estudo pode ser conferido no link: 



segunda-feira, 16 de junho de 2014

0 Profilaxia para a AIDS, será?

Pílula para evitar a AIDS, será que conseguimos descobrir uma profilaxia para esse vírus?

Testes clínicos que analisam o uso de antirretrovirais como forma de prevenir a Aids produziram resultados divergentes sobre a sua eficácia. Os resultados de três grandes estudos realizados na África e publicados na "New England Journal of Medicine" levantam questões sobre que grupos se beneficiariam, e como deveriam ser administrados os tratamentos, dizem os autores.

A proposta, conhecida como profilaxia pré-exposição (PrEP), consiste em pessoas saudáveis que tomam antirretrovirais para evitar que sejam infectadas pelo vírus ao manterem relações sexuais com parceiros infectados.

Um estudo citado pela revista, que incluía casais heterossexuais em que uma pessoa tinha Aids, mostrou que se reduzia entre 67% e 75% o risco de contrair a doença entre os que tomavam o medicamento.

O estudo, conhecido como Partners PrEP, foi realizado entre 2008 e 2010, em Uganda e Quênia, com mais de 4.700 casais, e ministrava aleatoriamente aos casais que não tinham a doença uma dose diária de tenofovir, uma combinação de tenofovir e emtricitabina, ou um placebo.

Nos dois primeiros casos, os participantes apresentavam uma proteção "significativa", ou de "magnitude semelhante" entre os homens e as mulheres, segundo a pesquisa.

A adesão ou prosseguimento do tratamento foram altos neste estudo: 82% dos participantes selecionados aleatoriamente mostraram níveis detectáveis dos fármacos, enquanto os autores estimam que 92% prosseguiram com o tratamento.

Outro estudo citado na publicação teve que ser interrompido em abril de 2011, porque o grupo que recebia o remédio não mostrou um nível de proteção maior do que o que recebia o placebo.

Este estudo, conhecido como FEM-PrEP, foi um teste controlado aleatório de 2.120 mulheres em Quênia, África do Sul e Tanzânia. Entre elas, 33 mulheres que faziam o tratamento contraíram a doença, contra 35 que tomavam o placebo.

O estudo mostrou uma taxa de adesão ao tratamento muito menor (40%), e uma relação muito maior de efeitos colaterais, como náusea, vômito e problemas nos rins e no fígado.

O fato de que muitas mulheres que participaram do estudo consideravam ter um risco pequeno de contrair o HIV pode ter contribuído para a baixa adesão ao tratamento.

Um terceiro estudo, chamado TDF-2, do qual participaram 1.219 homens e mulheres em Botsuana, mostrou que a profilaxia pré-exposição teve uma taxa de eficácia de 62% em adultos heterossexuais sexualmente ativos.

Estudos anteriores haviam mostrado que a proposta podia reduzir os casos de HIV entre homens homossexuais em 44% no total, embora tenha havido taxas maiores entre os homens que tomava a pílula com maior regularidade.
Mecanismo de replicação do Vírus da AIDS

"Por que os resultados são diferentes ao longo dos diferentes estudos realizados até hoje não está claro", destacam, em um editorial que acompanha os trabalhos, Myron Cohen, da Universidade da Carolina do Norte, e Lindsey Baden, do Brigham and Women's Hospital, em Boston.

Um painel da Agência de Alimentos e Medicamentos americana (FDA) recomendou este ano a aprovação do uso da pílula para prevenir a Aids, e a decisão do órgão é aguardada para dezembro.

As questões a serem consideradas envolvem que tipo de população poderia ser mais beneficiada, quando começar e interromper o tratamento, como evitar a resistência ao remédio, que efeitos colaterais ele poderia ter, e como garantir que o tratamento não estimule comportamentos de risco, como o sexo sem proteção.



Fonte (referência):


SHERIDAN, Kerry. Pílula para evitar a Aids levanta questões. 2012. Disponível em: <https://br.noticias.yahoo.com/pílula-evitar-aids-levanta-questões-234804048.html>. Acesso em: 15 jul. 2012.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

0 Proteína de 4 bilhôes de anos é reconstruída em laboratório

Pesquisadores conseguiram recriar em laboratório uma proteína "fóssil" de 4 bilhões de anos. A descrição da molécula foi publicada no jornal Structure e pode revelar novas ideias sobre a origem da vida disse o co-autor do estudo José Manuel Sanchez Ruíz da Universidade de Granada, Espanha. 

Como a vida surgiu a 3 bilhões de anos atrás ainda é mistério e muitos cientistas já tentaram recriar em laboratório as condições atmosféricas daquele tempo. Alguns acreditam na existência de um caldo primordial rico em amônia, presente nos oceanos, que com o passar dos anos evoluiria para moléculas complexas que formaram os precursores da vida. Outros acreditam que as reações químicas de fontes hidrotermais no fundo do mar, deram vida a membrana celulares e células simples. Já outros, acreditam que a vida começou na Terra a partir de um corpo do espaço contendo os ingredientes da vida ou talvez, os próprios organismos complexos. Ao todo existem 7 grandes teorias químicas a respeito, embora a última citada, não apresente explicações sobre o processo de geração da vida extra-terrestre. 

Recriar um ambiente idêntico ao que aconteceu a bilhões de anos atrás é uma tarefa quase impossível, mas simular em laboratório um possível acontecimento não. Os pesquisadores estudaram uma classe de proteína chamada de Tiorredoxinas (thioredoxins), que realizam dúzias de funções celulares no organismo em todos os três domínios da vida: Archaea, Eukaryotes e Bacteria. As principais proteínas funcionalmente presente em todas as formas de vida sugerem que elas são as raízes primordiais, dizem os pesquisadores. 

Para recriar a proteína, o grupo analisou todas as diferenças entre as versões das proteínas encontradas nos organismos em cada domínio. Eles mapearam as diferenças que existem entre os organismos atuais que divergiram. Utilizando esta informação, eles determinaram a sequências de aminoácido similar das proteínas ancestrais de tiorredoxinas que geraram todas as outras versões das vidas mais primitivas. Eles, então, recriaram a proteína em laboratório que é incrivelmente estável e funcional em um ambiente altamente ácido. 

"Faz muito sentido, pois as pessoas acreditam que a temperatura era extramente alta e os oceanos eram ácidos naquele tempo", disse Sanchez ao LiveScience. É claro que não há evidências concretas de proteínas ancestrais, então não há como saber com certeza quão próximo a proteína recriada se assemelha à original, disse o pesquisador. 



Fonte: LiveScience

Artigo Relacionado



 

Bio_nline Copyright © 2011 - |- Template created by O Pregador - |- Powered by Blogger Templates